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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Nabiças e Nabos


É a folha comestível de uma planta cuja raiz é o nabo.

É uma planta rica em Cálcio, e possui poucas calorias. As folhas da nabiça constituem um excelente alimento. Apresentam um alto teor de vitaminas A, do complexo B e C, são saborosas e as suas fibras contribuem para regularizar o funcionamento intestinal.

Muito utilizada em sopas, cozidos e saladas

Embora apresentem aspectos muito diferentes, o nabo e a nabiça são legumes com a mesma origem. São verdadeiras brassicas, da família das couves.

O nabo é uma raiz e a nabiça é claramente a folha. Esta classificação, quanto à constituição, da planta destinada à alimentação não oferece dúvidas. Têm destinos diferentes mas utilizam-se quase sempre na confecção de coisas muito simples, deliciosas e saudáveis como são as sopas e as saladas.

Ainda não são considerados alimentos tipo gourmet, mas quando colhidos tenros, em cru ou cozidos ao vapor, podem surpreender o paladar. O nabo, por exemplo, tem um sabor doce e suave, semelhante a nozes.

A energia que estes dois legumes frescos proporcionam é desprezível: 28 e 32 calorias, respectivamente para o nabo e para a nabiça, por cada 100 gramas de parte comestível. Para quem se preocupa em manter um peso saudável, sinta-se livre para os inserir no prato.

A sua riqueza nutricional expressa-se pela fibra dietética que disponibiliza (1,8 g para o nabo e 3,2 g para a nabiça, por cada 100 g), sendo muito vantajosa para quem sofre de obstipação, e pela ampla variedade de vitaminas (K, A, C, E, folatos e B6) e minerais (manganésio, cálcio, cobre, magnésio e potássio), possibilitando uma ingestão adequada destes nutrientes essenciais.

O nabo e a nabiça também facilitam o acesso a um conjunto de compostos biologicamente activos, os fitoquímicos. Os resultados de um estudo português revelaram a presença de 14 compostos fenólicos, exibindo um forte potencial antioxidante.

No entanto, o melhor do nabo e da nabiça está nas concentrações elevadas em glucosinolatos, os percursores dos isotiocianatos. Através da acção enzimática da mirosinase no intestino, os glucosinolatos são hidrolisados e transformados em diversos metabolitos, entre eles 3 isotiocianatos, identificados quimicamente por 3-butenil, 4-pentenil e β-feniletil isotiocinato e com um teor total a variar entre 147 a 151 μmol/100 g.

Actualmente estão bem documentados os efeitos anticancerígenos destas substâncias na prevenção do cancro do pulmão, colon, fígado, estômago e mama. Estão já identificados alguns dos mecanismos: indução da apoptose, regulação e inibição da proliferação das células tumorais; conseguem aumentar eficazmente a excreção urinária de substâncias cancerígenas, como são as aminas heterocíclicas encontradas nas carnes.

É caso para dizer: seja moderado com as chouriças e coma mais nabiças!

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